Espaços acessíveis

Fevereiro 22, 2008

Os espaços urbanos, principalmente os públicos, devem permitir o acesso à qualquer cidadão, atendendo às suas necessidades quer sejam em locomoção, deslocamento ou consumo. As atividades básicas do ser humano dependem da sua possibilidade de deslocamento e acesso. No entanto, antes de se ter uma determinada vontade, o ser humano contemporâneo tem o direito de ir e vir, situação a qual, as cidades vão sempre se moldando e sendo cada vez mais adaptadas para serem úteis aos seus cidadãos.

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Por isso, é sempre importante dar acessibilidade as pessoas que precisam, seja na sua casa ou no seu estabelecimento. Portanto se você ainda não oferece ambientes com adaptações para os portadores de deficiência física, consulte  a Mil Assentos, loja especializada em acessórios para banheiro.

Lá você encontra: barras de apoio, barras articuladas, assentos sanitários e bancos articulados!

consulte: http://barradeapoio.blogspot.com


 


Dica – adaptações para hotéis

Fevereiro 22, 2008

Sabemos como é importante fazer adaptações nos ambientes da casa para facilitar a locomoção das pessoas com necessidades especiais, no post de hoje, vamos  colocar algumas dicas para as adaptações necessárias nos hotéis.

  • Necessidades básicas para atendimento a portadores de deficiência em hotéis:
  • Vagas devidamente sinalizadas próximo a rampas e/ou rebaixamentos de calçada;
  • Rampa de acesso com textura diferenciada para os deficientes visuais;
  • Rebaixamento do balcão de recepção, adaptado para pessoas em cadeira de rodas, idosas e/ou com restrição de mobilidade;
  • Textura diferencia no início e no final das escadas; Corrimão nas escadas;
  • Banheiro adaptado para pessoas com deficiência, com jogo de barras nas paredes;
  • Torneira acessível e banco retrátil no chuveiro;
  • Largura superior a 80cm nas portas do estabelecimento;
  • Mobiliário do quarto com altura compatível;
  • Olho mágico rebaixado na porta do quarto;
  • Admissão de entrada e permanência de cão-guia acompanhando pessoa com deficiência visual;
  • Sinais sonoros e táteis nos elevadores, informando o andar;
  • Informação em braile nas portas externas dos elevadores em cada andar, com altura acessível;
  • Favorecimento à circulação, com conforto e segurança, em áreas como piscina, academia, salão de jogos, auditórios, lojas internas, entre outras;
  • Cardápio em braile;
  • Telefones públicos rebaixados.

Mais informações consulte o site da Mil Assentos (www.milassentos.com.br)


Banheiro acessível só na Mil Assentos

Fevereiro 22, 2008

Banheiro acessível é resposabilidade social. Antes de construir ou reformar seu banheiro consulte a Mil Assentos (11-3032-0074).

A Mil Assentos é uma loja especializada em acessórios para banheiro, a empresa possui diversos produtos como- Barras de apoio, barras articuladas, barras reto, banco articulado e assentos almofadados.

Banheiro acess�vel é resposabilidade social.


Acessibilidade

Fevereiro 19, 2008

Cerca de 10% da população dos países em desenvolvimento porta algum tipo de deficiência, segundo a Organização das Nações Unidas. No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam um contingente de 25 milhões de pessoas nesta situação: 15% da população. São pessoas às quais é necessário garantir o direito de locomoção com autonomia e independência, permitindo seu fortalecimento social, político e econômico, como cidadãos plenos que também são. E isso passa pelo planejamento das edificações, da sinalização do trânsito, das calçadas, dos veículos de transporte urbano e outros equipamentos das cidades.

Ao mesmo tempo em que cresce a preocupação em atender, com instalações adequadas, todo esse importante contingente da população, surgem também produtos e serviços especiais, como as rampas em calçadas pré-produzidas e pisos intertravados de concreto, apresentados em recentes exposições pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), que lembra inclusive a possibilidade de incremento ao turismo em cidades preparadas para receber visitantes com necessidades especiais.

Nessa questão, não basta apenas boa vontade, é necessário reunir conhecimentos que permitam o correto planejamento dos acessos. Por exemplo, nos cálculos para um corredor de circulação, deve-se lembrar que um idoso com bengala ocupa cerca de 75 cm de largura; uma cadeira de rodas, incluindo o espaço lateral para as mãos, precisa de 0,80 cm (porém, requer espaço extra para o movimento); uma pessoa que use equipamento auxiliar andador requer largura mínima de 0,85 cm; já um jovem acidentado com muletas precisa de 0,95 cm. Em suma, e considerando até mesmo os usuários da bengala branca, uma boa referência de largura para corredores, rampas e portas é 1,20 m.

Os projetistas e construtores também devem ter em mente que as rampas de acesso não devem ter inclinação transversal maior que 2% e declividade máxima de 7%. Pessoas em cadeiras de rodas, os chamados cadeirantes, têm limitações de alcance de objetos com as mãos, o que significa que telefones públicos, interruptores, balcões e janelas devem levar isso em consideração no seu planejamento e na instalação. Os estacionamentos devem incluir vagas para veículos conduzidos ou conduzindo pessoas com mobilidade reduzida e/ou portadoras de deficiências. A ligação externa das edificações com as ruas e com edifícios vizinhos/anexos de uso comum também deve ser planejada levando em conta essas necessidades especiais. É preciso criar também áreas de rotação, para que os usuários de cadeiras de rodas efetuem manobras. 

Até mesmo carpetes e capachos espessos devem ser evitados, pois prejudicam a movimentação dessas pessoas. Elevadores devem ter sinalização tátil e sonora, inclusive com a informação sobre o andar em que se encontram. E a sinalização visual deve seguir um padrão internacional, de fácil reconhecimento.

Nos banheiros, não basta a presença de portas largas, é preciso que seu interior permita uma área de giro para as cadeiras e rodas, as saboneteiras estejam em altura adequada, existam barras de apoio feitas de material resistente e em altura apropriada (inclusive junto a bebedouros).

Em locais de reunião, como teatros e cinemas, é preciso evitar a discriminação dos portadores de deficiências, resistindo por exemplo à tentação de reservar a eles os piores lugares na platéia. Espaços para cadeiras de rodas ou poltronas para obesos devem ser integradas aos demais assentos, com as mesmas condições de conforto e visibilidade oferecidas ao restante do público, seguindo os princípios básicos do Desenho Universal, como lembra o Guia de Acessibilidade em Edificações, da capital paulista.


Cidadania

Fevereiro 11, 2008

Galera um pouco mais de respeito…


Bem vindos!

Fevereiro 11, 2008